Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 20/04/2020
A campanha de vacinação obrigatória feita por Oswaldo Cruz, no Brasil, durante o século passado, contra a varíola, visava erradicar a doença. Uma parte da população não concordou. Por isso, ocorreu a Revolta da Vacina. Mesmo com o passar dos anos, ainda se encontra desafios ao lidar com epidemias no Brasil. Estes, são causados, principalmente, pela desigualdade social. Para lidar corretamente com as epidemias é necessário fazer o que as autoridades médicas pedem.
No Brasil, a desigualdade social é notória. Em um mesma cidade podemos ver grandes prédio luxuosos ao lado de favelas. De um lado, pessoas com condições de pagar tratamentos médicos e ficar em isolamento social um, dois meses. De outro lado, pessoas que dependem do trabalho diário para sustentar a família e de um sistema de saúde público que, infelizmente, é precário. Segundo o site de notícias, G1, estima-se que 5 milhões de mortes em países de média e baixa renda é causada pelo atendimento médico precário.
Em casos de epidemia ou, até mesmo, de pandemias, o mais correto a se fazer é ouvir o que as autoridades médicas têm a dizer, pois eles sabem o que é certo ou não de fazer, mas muitas pessoas não entendem isso e agravam o problema não protegendo a si mesmo nem aos outros. Quanto maior o número de pessoas infectadas pela epidemia, mais difícil vai ser do sistema de saúde pública do Brasil lidar com todos os casos. Como já foi dito antes, a saúde pública brasileira é precária.
O descaso dos cidadãos uns pelos outros agrava a contaminação da população, por isso, em casos extremos, deveria ser feito campanhas obrigatórias de prevenção das epidemias, como a Revolta da Vacina, citada anteriormente na introdução. Poderiam ser feitas também reuniões nos bairros para discutir a resolução de alguns problemas ligado a epidemia. As secretarias municipais de saúde poderiam distribuir gratuitamente produtos para prevenção, folhetos com instruções entre outros.