Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 19/04/2020
O filme Contágio, lançado em 2011, simula como a humanidade seria afetada por uma epidemia causada por um vírus desconhecido, que se espalha rapidamente e contamina a população de forma acelerada. Fora da ficção, é fato que a realidade apresentada na obra ocorre com frequência no Brasil, decorrente da falta de saneamento básico presente na sociedade, que vem se alastrando há muitos séculos.
Sabe-se que os primeiros navegadores portugueses que chegaram ao Brasil traziam consigo, além do interesse econômico, bactérias causadoras de doenças para as quais os índios não tinham imunidade. Nesse contexto, o houve o crescimento de índice de contaminação excessivo devido a fácil circulação de pessoas em diversas regiões, ocasionando a passagem de vírus para mais indivíduos. Consequentemente, ocorreram inúmeras mortes de europeus e indígenas que não possuíam conhecimento de tais epidemias e nem os devidos remédios para que pudessem trata-las.
O mosquito ‘’Aedes aegypti’’, o qual é vetor da dengue, febre amarela e também é associado à Síndrome de Guillain-Barré e microcefalia, é um grande causador de mortes no Brasil. Segundo o G1, somente nos últimos dois anos, houve um aumento considerável desses casos no país, fenômeno causado pela poluição, a qual acresce o aquecimento global e propicia a proliferação desse inseto. Além disso, é notório que a população não segue de maneira correta as instruções do Ministério da Saúde com relação a medidas de prevenção, como evitar água parada, por exemplo, evidenciando então a falta de informação e salubridade nas cidades, logo, faz-se necessário que sejam tomadas ações para resolver a dificuldade eminente sobre a saúde pública.