Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 22/04/2020

A revolta da vacina no início do século XX foi um dos mais perigosos tempos para o Rio de Janeiro, falta de saneamento básico, e muitas pessoas em um lugar só, causando muitas epidemias no lugar. O governo decidiu renovar a cidade, melhorando a limpeza, alargando as ruas, porém também destruindo casas e deixando pessoas sem ter onde morar, claramente o Brasil não sabe como lidar com epidemias, portanto vamos ver agora como.

A grande pandemia do H1N1, que explodiu em meados dos anos 2009, o vírus afetou o mundo inteiro, no Brasil, mais de 50 mil casos foram confirmados, mesmo com todos esse casos o Brasil não fechou, continuou operando só que com melhores cuidados, como a criação da vacina, e de medicamentos para o tratamento de pacientes. Também houve a epidemia do Ebola, entre 2013-2016, e a Dengue, um vírus frequente, porém que em 2019 tomou força. Epidemias assim acontecem de maneira inesperada, e crescem rapidamente sem uma reação rápida e os cuidados necessários. Porém muitas pessoas decidem não se vacinar, pois tiram suas próprias conclusões de que a vacina é algo que prejudica o corpo, e também previne seus próprios filhos de fazer isso, o que muito bem pode causar uma epidemia, e muitas vezes mortes, essas pessoas são chamadas de “anti vacinais”.

Além das pessoas anti vacinais, temos a própria situação precária do Brasil que afeta diretamente nessas epidemias, o nosso país tem mais de 200 milhões de habitantes, disso, mais de 30% da população (cerca de 50 milhões de pessoas) vivem precariamente, com uma má sustentação, e ambientes sem o saneamento básico, e mais de 50% da população não tem tratamento de esgoto, é em lugares assim que os vírus ganham força para se alastrar, essas pessoas também não tem acesso a saúde, o plano SUS é precário e não pode atender a todos os habitantes. Outra situação, é o atual vírus do Covid-19, a pandemia mais forte do século, que forçou o país a parar todos os habitantes a se isolarem dentro de suas próprias casas, o que é um método extremamente eficaz, mas não vai parar o vírus até encontrarem uma cura definitiva.

Urge-se então, de que o governo invista mais no departamento da saúde, para facilitar o acesso das pessoas a hospitais e postos de saúde, para que consigam o tratamento e a prevenção devida em situações de pânico, e dê ajuda à grande população em situação precária, com saneamento básico, vacinas e medicamento. Alem disso isolamento total do país também é necessário em situações extremas como o Covid-19