Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, publicada em 1948, todo indivíduo possui direito à saúde e ao bem-estar. No entanto, em decorrência de casos de epidemias em algumas regiões do país, uma parcela da população brasileira não está usufruindo desse direito na prática, os quais provocam prejuízos e interferem na qualidade de vida de muitos cidadãos. Diante dessa questão, é importante analisar os fatores que contribuem com a problemática.
Em primeira análise, é importante destacar que a prevenção é um dos principais mecanismos para a redução das epidemias no Brasil. Isso porque algumas doenças epidemiológicas, como a dengue, por exemplo, seriam facilmente combatidas através de medidas direcionadas à atenção primária da saúde. Porém, infelizmente, diversos municípios são negligenciados pelos seus representantes, basta observar a falta de saneamento básico em diversas regiões brasileiras, o que torna mais favorável o surgimento de diversas doenças. Dessa maneira, é possível observar que a atuação do Estado é essencial para minimizar os focos de epidemias, além de promover a melhoria da saúde pública da população. Outrossim, segundo o filósofo Sêneca, a educação exige maiores cuidados, pois influi sobre a vida toda. No entanto, o Governo não proporciona para os cidadãos um sistema educandário de qualidade e, com isso, as pessoas não conseguem desenvolver capacidades e habilidades fundamentais para o aprimoramento do senso crítico e, consequentemente, não atuam de maneira eficiente nas práticas em apoio e combate às doenças epidemiológicas. Dessa forma, é importante a formação de indivíduos críticos para a obtenção de melhores resultados no âmbito da saúde pública.
Portanto, é necessário que medidas sejam realizadas com o objetivo de atenuar a problemática. Cabe aos Municípios, por meio do repasse de verbas do Governo Federal, efetuar obras de saneamento básico nas regiões que não possuem esse sistema adequado, com o objetivo de reduzir as doenças epidemiológicas e promover melhorias para a saúde pública da população. Além disso, as Unidades Básicas de Saúde, com o auxílio de profissionais, como os agentes de saúde e enfermeiros, devem promover periodicamente oficinas educativas nas unidades e nas residências, instruindo a população sobre as maneiras e a importância de se combater os focos responsáveis pela transmissão das doenças. Dessa forma, a sociedade poderá se adequar de forma satisfatória aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos.