Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 09/06/2019
O primeiro relato de epidemia foi a tuberculose no Brasil se dá em 1549, trazida pelo padre enfermo Manuel da Nóbrega. Em 1555 a doença se alastrou, infectando por volta de 1 em cada 150 habitantes. Fatores como o histórico de doenças epidêmicas juntamente com a negligência do Estado no que diz respeito à falta de medidas profiláticas contra agentes infecciosos bem como o desmatamento, ocasionam epidemias no país.
Em primeiro lugar, historicamente o estado teve muitos casos registrados, e houve uma perpetuidade na atualidade. Para ilustrar, tal situação o sarampo é um meio, pois, declarado pelo ministério da saúde erradicado no ano 2000, conquanto 19 anos depois foram confirmados casos pelo país por intermédio do mesmo órgão responsável. Diante disso, é notório que o pensamento de Confúcio “A única maneira de não cometer erros é fazendo nada. Este, no entanto, é certamente um dos maiores erros que se poderia cometer em toda uma existência” seja o contrate da negligencia do governo.
Ademais, o desmatamento devido a crescente urbanização ocasionou a destruição do hábitat natural dos agentes etiológicos que causam essas doenças infecciosas. De acordo com os dados do Estadão, o programa mostrou que em 2015 a Região Sudeste do Sul foi o maior número de mortes pelo vírus Aedes Aegypti. Sob a perspectiva, o desmatamento causado por um crescente nível de epidemias, e consequentemente gerando muitas mortes.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Ministério da Saúde juntamente com o governo do estado desenvolva campanha de conscientização e prevenção de doenças por intermédio dos agentes de saúde para que dessa forma, o Brasil possa superar ou atenuar tais epidemias.