Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 09/06/2019

Com advento da Revolução Industrial na Inglaterra no século XVIII, houve uma proliferação de doenças infecciosas no país, causando muitas mortes. No Brasil, ao longo dos últimos anos, casos epidêmicos aumentaram significativamente, o que gerou muitos óbitos. Fatores como o histórico de doenças epidêmicas juntamente com a negligência do Estado no que diz respeito à falta de medidas profiláticas contra agentes infecciosos bem como o desmatamento, ocasionam epidemias no país.

Em primeiro lugar, historicamente o Brasil apresentou muitos casos epidêmicos, e houve uma perpetuação dessas doenças nos últimos anos. Segundo o historiador Raminelli - a constante baixa demografia indígena do século XVIII foi consequência da epidemia de varíola. Diante disso, é notório que devido ao histórico de doenças epidêmicas que o país desencadeou ao decorrer do tempo, medidas profiláticas já deveriam ter sido adotadas pelo Estado.

Ademais, o desmatamento devido à crescente urbanização ocasiona a destruição do hábitat natural dos agentes etiológicos que causam essas doenças infecciosas. De acordo com dados do Estadão, gráficos mostram que em 2015 a Região Sudeste foi a que apresentou o maior número de mortes causados pelo vírus Aedes Aegypti. Sob essa perspectiva, o desmatamento causa uma crescente elevação de epidemias, e consequentemente gerando muitas mortes.

Portanto, diante do exposto, é mister adotar medidas para reduzir o número de casos de epidemias no país. O Estado deve adotar medidas profiláticas como saneamento básico, campanhas com o intuito de orientar  a população sobre como evitar que agentes etiológicos se proliferem,mas também induzir a população a tomar vacinas. Com isso, doenças infecciosas diminuirão. Logo, a população viverá melhor, sem epidemias.