Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil

Enviada em 15/03/2022

Com o advento do Brasil Império, diversas mudanças ocorreram na área da educação, sendo a principal delas, a implantação de instituições de ensino superior no Brasil para atender a formação de pessoas que compunham as classes dominantes, contruibuindo para a desigualdade social no país. Nesse prisma, dois aspectos importantes se destacam: a taxa de analfabetismo presente na população e a falta de verbas para o sistema educacional brasileiro.

Em primeira análise, evidencia-se que a taxa de analfabestismo dos brasileiros é um fator presente na vida de muitos jovens e adultos acima dos 15 anos. Sob esta ótica, segundo o último senso do IBGE (2019), pelo menos 11,3 milhões de pessoas acima dos 15 anos são analfabetas, ou seja, não tiveram instruções primárias ou não sabem ler nem escrever, esses números representam uma taxa de 6,8% da população, sendo 0,3% maior que a meta para 2015, isto quando não são incluídos os analfabetos funcionais, pessoas que embora saibam ler e escrever, não conseguem interpretar textos simples e funções matemáticas mais elaboradas. Dessa forma, pode-se notar que o analfabestismo é um problema muito presente na sociedade brasileira.

Além disso, é visível que a falta de verbas apenas intensifica a dificuldade de aprendizado e melhoria das instituições educacionais. Desse modo, é preciso que melhorias sejam feitas na área estudantil, de forma que diversos setores consigam lidar com situações átipicas do dia a dia de escolas, colégios e faculdades. Consoante a isso, o renomado economista britânico, Sir Arthur Lewis, afirma que educação e técnologia nunca serão gastos, mas sim investimentos com retorno garantido. Sendo assim, é necessário que o governo reestruture sua distribuição de verbas, tendo em vista extinguir a falta de verbas no sistema educacional brasileiro.

Tendo em vista os aspectos observados, é necessária a adoção de medidas que visem diminuir os desafios do processo de alfabetização brasileiro. Sendo assim, cabe ao governo, ampliar e melhorar seu sistema educacional, por meio do Ministério da Educação, afim de que o analfabestismo seja cada vez menos presente. Somente assim, iremos amenizar os problemas estruturais na alfabetização presentes desde a época do Brasil Império.