Desafios do processo de alfabetização em questão no Brasil
Enviada em 26/12/2020
No dia 8 de setembro de 1967 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a data que reforça a alfabetização como sinônimo de cidadania. Assim, o dia mundial da alfabetização tem como objetivo principal incentivar a plena construção e apropriação das habilidades de leitura e escrita de toda população do planeta. Além disso, busca despertar a atenção dos diferentes países para a necessidade de erradicar o analfabetismo. Porém, o Brasil sofre com problemas de uso escolar pública a “codoficar” e “decodifar” a escrita, haja vista que isso também é resultado de uma desigualdade social do país.
Primeiramente, vale saliente que acordo com Indicador Nacional de Analfabetismo Funcional (Inaf), 3 em cada 10 brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos aguçados. Isso significa que, embora possa ser alfabetizados, não são capazes de aplicar os conhecimentos adquiridos na escola em seu cotidiano, seja para compreensão dos gêneros textuais, seja para interpretar um texto ou para realizar cálculos simples. Ademais, note-se que avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre a população, tendo eles concluídos no Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Logo, o analfabetimos funcional, pode prejudicar o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.
Além disso, a desigualdade social também está associada à educação, ou seja, segundo dados do último IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios), o desenvolvimento social no Brasil esbarra na qualidade do ensino. Assim, o cenário encontrado na rede pública é precário, pois faltam materiais escolares básicos, infraestrutura adequada, biblioteca e em certos casos, até mesmo professores. Como grande parte dos brasileiros não tem condições de arcar com os custos do ensino na rede particular, fica privada de uma boa educação. Dessa forma, os alunos que frenquentam a escola acham que a mellhor forma de cessar o problema é abandonando a escola.
Urge, portanto, necessidades de medidas tangiveis que propicie uma queda no índice de pessoas que são analfabetas funcionais, e também é preciso investir na educação pública, através principalmente da melhoria da infraestrutura e qualificação dos profissionais da área, a fim de melhorar a qualidade da educação no Brasil. Assim, o Ministério da Educação, por meio da Mídia, deve criar propagandas televisivas de curta duração, com o objetivo de incentivar a prática da escrita e diminuir a desigualdade educacional. Logo, as familias teria informações suficientes para o combate de iletrados na nação. Desse modo, o Brasil seria um dos primeiros lugares que menos têm analfabetos no mundo e combatente na desigualdade educacional.