Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 15/09/2020
No século passado, ser “gordinho” significava ter saúde, pois as crianças com pouca gordura eram mais suscetíveis a contrair doenças. No entanto, isso mudou, e a obesidade infantil tornou-se um grande desafio a ser enfrentado. Tal problemática é consequência da má alimentação e a falta de exercícios físicos.
Pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, apontam que 12,2% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas. Vale ressaltar que existem diversas causas para que isso ocorra, como, por exemplo, dietas a base de “fast-food”. salgadinhos, doces e bolachas recheadas. O estilo de vida sedentário também é um gerador de obesidade, nele está incluso a falta da prática de esportes, atividades corriqueiras, como trocar o elevador pelas escadas, correr, brincar e caminhar até a escola.
Somado a isso, o sedentarismo também se dá pelos avanços tecnológicos, as pessoas se tornam dependentes, o que contribui para que elas não se esforcem fisicamente. Em decorrência disso, os riscos à saúde são graves e diversos, podendo citar hipertensão, diabetes, asma, apneia do sono, problemas nas articulações e desvio de coluna.
Portanto, é de suma importância e urgência que a gestão de cada escola, por fazer parte do cotidiano dessas crianças, administre aulas de educação física com variados esportes, como futebol, queimada, circuitos e corridas, a fim de fazer com que essas crianças se movimentem e percam calorias. É de extrema relevância que as autoridades governamentais façam que cada escola tenha a presença de uma nutricionista para direcionar a merenda, e em casa, os pais regrem o tempo de uso dos aparelhos tecnológicos. Tudo isso fará com que essas crianças se movimentem e se alimentem adequadamente, prevenindo também as outras desse perigo.