Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 11/09/2020

No século passado, ser “gordinho” significava ter saúde, pois as crianças com pouca gordura eram mais suscetíveis a contrair doenças. No entanto, isso mudou, e a obesidade infantil tornou-se um grande desafio a ser enfrentado. Tal problemática é consequência da má alimentação e a falta da prática de exercícios físicos.

Pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, 12,2% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas. Vale ressaltar que existem diversas causas para que isso ocorra, como, por exemplo, dietas a base de “fast-food”, salgadinhos, doces, bolachas recheadas e o estilo de vida sedentário, que inclui a falta da prática de esportes, atividades corriqueiras, como trocar o elevador pelas escadas, correr, brincar e caminhar até a escola.

Somado a isso, o sedentarismo também é dado pelos avanços tecnológicos, como controles remotos, celulares, computadores e vídeo-games, o que contribui para que as crianças não se esforcem fisicamente. Em decorrência disso, os riscos à saúde são graves e diversos, cabendo citar o colesterol alto, diabetes, problemas nas articulações, problemas respiratórios, cardíacos e desvio de coluna.

Portanto, é de suma importância e urgência, que a gestão de cada escola, por fazer parte do cotidiano dessas crianças, convide profissionais da área da saúde para orientá-las (crianças) sobre terem uma alimentação correta e saudável e também professores de educação física administrarem esportes para a turma, como futebol, queimada, circuitos, corridas, dentre inúmeros outros. É de extrema relevância que as autoridades governamentais faça com que cada escola tenha a presença de uma nutricionista para direcionar a merenda escolar, e em casa, os pais regrar o tempo de uso dos aparelhos tecnológicos. Tudo isso fará que essas crianças se movimentem e se alimentem adequadamente, prevenindo também as outras desse perigo.