Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 25/03/2019
“O ornamento da vida está na foma como um país trata suas crianças”, conforme o sociólogo Gilberto Freyre, infere-se que na contemporaneidade brasileira, ao analisá-la como um prisma evolutivo, a importância que se tem em destinar um tratamento de cuidado com as crianças a fim de garantir um futuro próspero a nação. Entretanto, percebe-se que a atual sociedade vai de encontro o intelectual, haja vista a problemática do combate a obesidade infantil, causada majoritariamente seja pela inoperância do governo, seja pelo sedentarismo. Em primeira análise, é valido salientar a incúria do poder público em resolver os empecilhos sociais. Nesse sentido segundo o sociólogo Michel Foucault, “tudo é politizável”, ou seja, pode tornar-se político. Ao seguir essa linha de pensamento, observa-se que os investimentos voltados para evitar a obesidade infantil são insuficientes. Isso contribui para o crescente número de obesos prematuros ao longo dos anos. Logo, a atuação estatal mostra–se imprescindível para a erradicação desse impasse. Mormente, é relevante destacar que o sedentarismo atua como fator sublime, para a permanência desse problema. Nessa perspectiva segundo o site Saúde cerca de 268 milhões de crianças estarão obesas até 2025. Nesse contexto, é notório que a ausência do exercício de atividades físicas colabora para a pertinência desse problema. E acaba por assim, agravar o quadro de obesos precoces.
Fica evidente, portanto, que as situações supracitadas rompem a harmonia social. Então, é imperativo que o Estado, por meio do ministérios da educação, que tem a função de desenvolver projetos sobre o tema, invista em políticas públicas, possibilitando uma educação de alertar sobre estar acima do peso no ensino básico, criando palestras, com o intuito de alertar os jovens sobre os malefícios que a obesidade traz para o corpo, como por exemplo, doenças, aumento da taxa de açúcar no sangue dentre outros. Outrossim é mister que o corpo social, por intermédio das manifestações, que têm o papel de possibilitar mudanças, pressione o governo para o cumprimento dessas medidas, com o objetivo de amenizar a problemática.