Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 08/04/2019
Sedentarismo. Doenças. Má alimentação. Esse é o cenário que muitas crianças estão inseridas. Atualmente, a obesidade infantil passou a ser um tema amplamente discutido na sociedade. Sendo assim, é notável que as dificuldades na introdução de atividades físicas e os maus hábitos alimentares são os principais empecilhos no combate à obesidade em crianças e adolescentes.
Primeiramente, vale ressaltar que o sedentarismo colabora fortemente com esse cenário. Com a consolidação da urbanização e a ascensão de uma sociedade cada vez mais apressada, é perceptível que há uma falta de incentivos para a realização de exercícios físicos e restrição à atividades sedentárias, como jogos virtuais, por exemplo, que afetam os jovens, principalmente, no qual a atividade física ainda não foi introduzida. Isso gera, como consequência, uma falta de hábitos esportivos, podendo causar malefícios vitalícios.
Além disso, a péssima qualidade da alimentação é um fator imprescindível nesse cenário. As comidas industrializadas e as “junk foods” (termo, em inglês, que remete a alimentos usualmente ruins para a saúde) se tornaram parte do cotidiano da sociedade e, consequentemente, das crianças e adolescentes, que sofrem com a negligência nutricional dos responsáveis. Ademais, esses costumes alimentares, juntamente com o sedentarismo, podem causar, além da obesidade, doenças cardíacas e diabetes.
Portanto, esse cenário de sedentarismo e má nutrição deve ser alterado. Para isso, é necessária a atuação das escolas brasileiras, que, juntamente com nutricionistas, devem estabelecer merendas saudáveis e incentivarem, por meio de discussões na sala de aula e reuniões com os pais ou responsáveis, a prática de exercícios físicos e o consumo alimentar consciente. Somente assim a obesidade infantil será combatida com sucesso.