Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 29/08/2018
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 30 anos os números referente a Obesidade Infantil cresceram bastante entre crianças, um salto de 14% para meninos, e de 7,5% no caso de meninas. Nesse contexto, deve-se analisar como a má alimentação e a falta da prática de exercícios físicos influenciam na problemática em questão.
A dieta frequente dos brasileiros envolve arroz, feijão, carne e várias opções saudáveis. Porém, esse costume está mudando, uma vez que, pela praticidade e baixo custo, muitos pais estão optando por oferecer alimentos industrializados, fast-food e salgadinhos. Um levantamento mais recente da POF( Pesquisa de Orçamento Familiar) do IBGE, informou que o consumo desses alimentos ultra processados passou de 20,3% para 32,5%. Esses alimentos possuem baixo valor nutricional, além de milhares de conservantes e aditivos químicos que fazem mal à saúde.
Além disso, a falta de incentivos para praticar esportes e exercícios físicos também são responsáveis pelo alto índice de crianças acima do peso ideal. Isso acontece porque, segundo o Dr. Drauzio Varella, médico, cientista e escritor brasileiro, é ideal que uma criança faça em média duas horas de atividade física por dia. No entanto, com agitação das grandes cidades está cada vez mais difícil ter tempo disponível e lugares próximos. Em consequência disso, torna-se cada vez maior o número de casos. Torna-se evidente, deste modo, que a Obesidade Infantil precisa de uma atenção especial. Em razão disso, os pais deve optar por uma alimentação mais saudável e rica em nutrientes que façam bem à saúde. Ademais, o Ministério da Saúde e Educação, em parceria com escolas e pais deve sempre estimular a pratica de esportes e exercícios físicos, tanto dentro âmbito escolar como fora dele. Dessa forma, as crianças poderão alcançar o peso recomendável pela OMS e a Obesidade Infantil deixará de ser uma problemática para o país.