Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 23/08/2018

Até o século XX, uma criança gordinha costumava ser considerada saudável, afinal isso significava que era bem alimentada. No entanto hoje, crianças com sobrepeso preocupam e desafiam as autoridades de saúde. Isto é, esses quilogramas a mais, presentes em um terço das crianças de 5 a 9 anos, e em 8.4% dos adolescentes, já não estão associados à uma boa alimentação, mas sim com a má qualidade dos alimentos e ao sedentarismo.

Convém ressaltar, a princípio, que a má qualidade dos alimentos é fator determinante para a permanência do problema, tendo em vista que, a falta de alimentos saudáveis e a presença constante de grande quantidade de  comida processada na alimentação de jovens e crianças, além de causar a obesidade ainda pode acarretar outros danos a saúde.

Cabe salientar, outrossim, que o sedentarismo infantil atual, causado  principalmente pelo constante uso de aparelhos eletrônicos afeta as crianças aumentando ainda mais a obesidade e seus riscos, como por exemplo, o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão.

Segundo Platão: “o importante não é viver, mas viver bem”, portanto é necessário que as escolas e o governo adotem medidas educacionais, como aulas, palestras e propagandas nas mídias, que ensinem as crianças e os pais sobre a importância da alimentação saudável, com menos alimentos processados e também deem dicas sobre como deixar as comidas saudáveis mais atrativas. É importante ainda, que conscientizem as famílias que atividade física é essencial em qualquer idade, sobretudo para o desenvolvimento das crianças. Dessa maneira, pode-se diminuir um problema de saúde pública atual que preocupa toda a sociedade.