Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 27/08/2018

Durante o período renascentista, qualquer indivíduo acima do peso era considerado saudável, pois acreditava-se que estaria bem alimentado. Entretanto, quando se aborda a obesidade infantil, nota-se uma preocupação internacional quanto aos precários hábitos alimentares e os malefícios causados à saúde.

É incontestável que os aparatos tecnológicos desenvolvidos na Terceira Revolução Industrial, contribuíram para disseminar comportamentos sedentários entre as crianças. Aparelhos como video games, televisores e smartphones, acabaram por induzirem muitas famílias a deixarem seus filhos na comodidade do lar em vez de deixa-los brincar ao ar livre. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo atinge 45% das crianças entre 10 e 12 anos.

Outro fator diz respeito a péssima influência alimentar que os pais transmitem aos filhos, visto que em virtude da rotina corriqueira, optam por comerem alimentos industrializados ricos em gorduras e açúcares ao invés de priorizar sucos naturais e alimentos caseiros. Consequentemente, os pupilos estarão mais propensos a desenvolverem enfermidades como a hipertensão, diabetes, problemas ortopédicos, além da baixa autoestima e depressão.

Portanto, tendo em vista os aspectos observados, é necessário que o Ministério da Saúde (MS) em parceria com a grande mídia, crie campanhas de conscientização nas redes sociais  na internet, expondo os benefícios de uma alimentação saudável, pretendendo reduzir os índices de sobrepeso em todas as faixas etárias. Ademais, é interessante que o Ministério da Educação (MEC), crie oficinas de educação física nas escolas de ensino fundamental, através de atividades físicas interativas ditadas por profissionais capacitados, visando incentivar as crianças a praticarem exercícios com o intuito de extinguir o sedentarismo.