Desafios do combate à obesidade infantil

Enviada em 12/06/2018

Considerada a pandemia mundial do século XXI, a obesidade atinge cerca de 18,9% dos brasileiros segundo pesquisas do, SM, Ministério da Saúde. Entretanto, tratando-se de obesidade infantil os números são ainda mais alarmantes, uma vez que, pela primeira vez na história os filhos tem menor expectativa de vida do que os pais. Ainda que o excesso de peso, a obesidade infantil e outras doenças relacionadas a essas sejam, em grande parte, evitáveis, para que isso seja possível o método mais importante é a prevenção.

A falta de atividade física das crianças, é considerada uma das principais causas da epidemia de obesidade infantil, posto que, nesta época temos a tendência de nos exercitarmos mais. Isto, somado a maus hábitos alimentares gera uma predisposição a obesidade, visto que a mesma é uma doença multifatorial. Devido a sua multifatoriedade, situações como as do século XXI onde, em muitos dos casos, as crianças passam a maior parte do tempo sozinha suscita a falta de regras impostas pelos pais para a alimentação dos pequenos.

Outro ponto relevante, nesse contexto, seria a ação das escolas. De maneira que a as crianças passam a maior parte do tempo nas mesmas, as escolas são grandes agentes contra a obesidade infantil visto que a prática da boa alimentação não deve ser feita só em casa. Por conseguinte, é necessário que as escolas ofereçam um cardápio saudável ademais a estimulação a pratica de atividades físicas. Deste modo, será mais difícil desenvolverem o sobrepeso uma vez que sempre estarão em contato com alimentos saudáveis e atividade física.

Portanto, impera assim, a necessidade de colocar esta problemática na agenda dos decisores políticos para que medidas de combate à obesidade se tornem numa realidade ao país. Prevenindo dessa forma, muitas das doenças crônicas não transmissíveis para as quais a obesidade é fator de risco importantes. Paralelamente a isso, cabe a Escola e a família, respectivamente, elaborar refeições adequadas com a ajuda de profissionais capacitados, como os nutricionistas, cabe a família participar efetivamente da alimentação das crianças, evitando a ingestão frequente de doces, salgadinhos e lanches. Deste modo, com passos pequenos, poderemos garantir uma melhor qualidade de vida aos pequenos e combater a obesidade infantil.