Desafios do combate à obesidade infantil
Enviada em 18/05/2018
Tem quem diga que o maior prazer da vida é comer, porém, suprir esse prazer nem sempre é acompanhado de uma alimentação correta. A fonte dessa saciação por vezes é suprido por guloseimas contendo alto teor de açucares, gorduras, realçador de sabor e baixo teor de fibras, são nessas substancias nocivas que estão o perigo do prazer ao comer. Só que, essa sensação tão agradável vem tomando conta cada vez mais das crianças brasileiras, seja no horário escolar, em família, entre amigos ou naqueles rápidos passeios á rua.
O excesso de peso infantil, atualmente, pode estar relacionado a vários fatores que o levam a ter hábito alimentar inadequado, visto que, às vezes estão condicionados a usar o alimento como uma ‘válvula de escape’ para suprir o que o aflige, bem como a obesidade entre crianças e jovens também estar relacionada a refeição em demasia de produtos industrializados, e muitos desses produtos são carentes em nutriente alimentar.
Não obstante, há uma vasta opções de fast-food espalhados nas cidades, também conhecidos pelas refeições rápidas, variados gostos, quantidades e tamanhos para agradar a diversas idades, um momento compartilhado normalmente entre a família ou amigos. No entanto, esses momentos em consequência do excesso ocasiona o aumento do peso, provocando risco à saúde biológica, como também psicológica, social e física da criança e do adolescente, assim sendo, pondo em risco a sua expectativa de vida até a fase adulta.
Dessa maneira calcula-se que, em 2025 o número de crianças obesas no Brasil poderá chegar a 11,3 milhões. Contudo, esse número poderá ser revertido, dirimir essa problemática o quanto antes trará resultados significativos, as crianças de hoje serão os adultos de amanhã, então, um programa de reedulcação alimentar infanto-juvenil seja inserida nos lares das famílias por meios televisivos e principalmente programas sociais, porque todo o começo de uma boa alimentação se começa dentro de casa e assim em conjunto familiar todos terão uma qualidade melhor de saúde a longo prazo. Bem como, fortalecendo e incentivando a criança com atividades físicas dentro e fora das escolas e com refeições adequadas no seu ambiente escolar para que ela possa obter resultados significativos em conjunto. Sendo de grande isentivo aplicar o ensino prático nas horas vagas sobre hortas, dessa forma, o aprendizado possa ser transferido para a residência estimulando país e filhos a uma alimentação adequada e rica em nutrientes que irá beneficiar a crianças de hoje e as do amanhã.