Desafios da polícia de fronteira no Brasil

Enviada em 15/06/2020

É bem verdade, que assim como um agricultor sente enormes dificuldades em lavras suas terras de cultivos, seja por ausência dê: mecanismos que auxiliam o seu trabalho ou por falta de auxiliadores. Igualmente, é a realidade dos Policiais Federais nas fronteiras brasileiras, uma vez que se veem como formigas que objetivam manter à ordem em uma metrópole. Nessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Sem dúvidas, que ao decorrer dos anos notório foi o desenvolvimento da do homem. O cenário histórico foi marcado por guerras de conquista, reconquistas e até por defesa de terras - no entanto - vitorioso era sempre quem gozava de mecanismos mais evoluídos. Consoante a isso, autoridades coatoras cada vez mais são reprimidas por ausência de tecnologias que potencializem suas atividades. Em consequência, o adjetivo “contemporânea” compreende apenas no que pende a tempo histórico. Já que agentes clandestinos são nutridos por tecnologias mais elevadas em relação as forças repressoras.

A priori, que a pequenez mostra-se ainda mais acentuada quando se vê de forma geográfica. Compreendida entre 17 mil quilômetros essa é a extensão terrestre da fronteira, policiais quando interrogados sobre a jornada de trabalho, relatam que um  dia de trabalho na fronteira equivale a trinta dias de trabalho fora dela. Diante disso, vê-se que assim como uma célula não apresenta capacidade de executar todas as funções do corpo os policiais necessitam de um amento no quadro de servidores atuantes, já que o tráfico conta com o dobro de contribuintes.

Conclui-se, pois, ainda há entraves que obstruem o desenvolvimento de uma força policial efetiva e um controle nacional. Para que tenha-se um avesso a esse cenário o Ministério da Segurança por meio de investimentos em tecnologias de linha e consoante aumentar os núcleos policiais na fronteira, que se chamará de “portas fechadas”, em consequência tará maior controle de rotas e uma ágil ação repressiva.