Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 10/10/2022

No ano de 2020, a humanidade - acometida pela crise mundial do Coronavírus - viu-se num beco sem saída para remediar e solucionar os traumas. Paralelo a isso, a falta de leitos, desemprego, inflação, escassez de alimentos e o crescimento do números de óbitos tornaram-se “inimigos” do cotidiano da população brasileira. Álem disso, o peso dessa conjuntura gerou sequelas incalculaveis no setor de serviço, como a educação que, ainda hoje, busca recuperar as lesões provindas da crise sanitária, circunstancia essa que deve ser relatada com austeridade.

Em primeiro lugar, faz-se necessário analisar o indície de evasão escolar nos últimos anos do ensino médio que, de acordo com um editorial do jornal O Globo, se acentuou 171% em relação com outro levantamento de mesmo objeto de pesquisa realizado no segundo semestre de 2019, momento em que foram relatados os primeiros casos da Covid-19. Consoante a isso, o atraso de investimento e o despreparo das instuições públicas no decorrer da pandemia, expôs o “sucateamento” que a educação brasileira vem enfrentando desde antes do período de calamidade pública, fator esse que agravou ainda mais a defasagem do ensino, condição que poderia ser evitada com um ensino modernizado e com estruturação robusta com abrangência nacional.

Todavia, antes de pensar em simplesmente encaminhar verba à pasta, deve-se elaborar um projeto consiso em que traceje todos os gargalos que impedem o desenvolvimento educacional no período pós-pandemico. A título de exemplo, vale citar parte de países encandinávos, Suécia e Finlândia, que possuem métodos de ensinos excepcionais, ligado ao desenvolvimento pessoal e a transformação das relações profissionais, páises esses que, como declarado por dados governamentais e expostos pela revista Forbes em 2022, obtiveram taxas minímas de abandono escolar e defasagem no ensino durante a pandemia, dados que agravam ainda mais a situação brasileira.