Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira
Enviada em 20/08/2022
Na Idade Média, a Igreja Católica influenciáva a vida da população de tamanha forma, que alegáva a compra de terrenos dívinos, todavia, aqueles que não tinham capital para isso, não compravam e eram condenados por isso. Desse modo, a história é congênere à desigualdade social, principalmente no cenário educacional pandêmico. Nesse prisma, avulsa-se dois aspectos relevantes: As consequências da Revolução Tecnológica para as classes menos favorecidas e os seus impactos na educação pública brasileira.
A primórdio, evindecia-se que a pandemia acelerou os processos tecnológicos, mas desafavoreceu um grupo grande da sociedade. Segundo o Victor Hugo, poeta francês, o progresso da sociedade funciona como uma engrenagem, um anda e o outro é esmagado. Sob essa ótica, fica claro que os avanços tecnológicos trazem consequências negativas as classes menores, afinal, os benefícios educacionais não abrangem essa área, os deixando em atrasos significativos. Assim, sofrem mais com a desigualdade e não consegurm acompanhar o avanço global.
Ademais, é notório que com esse desfavorecimento a educação pública brasileira foi totalmente abalada causando alunos com atraso no conhecimento. Nos dois anos pandêmicos , muitos tinham que assistir aulas pelas televisões, sem conseguir tirar dúvidas ou criar uma conexão entre aluno e professor, além disso, as aulas onlines juntavam alunos da memsa série de varias escolas, sendo impossível o professor dar a devida atenção para cada. Por consequência a IBGE confirmou que os alunos de escola pública sofreram um déficit acadêmico de proporções absurdas.
Por fim, é de suma importância que o Governo junto com o MEC amenizem essa situação. Urge que invistam em incentivos educacionais aos estudantes, os desafiando de formas divertidas e pedagógicas, por exemplo, ensinar cinemática se movimentando, ensinar história usando a linguagem dos jovens ou até com desafios de matemática com prêmios, outrossim, fornecer uma plataforma própria, com mentoria de professores concursados, vídeo aulas, exercícios, que aponte as dificuldades dos alunos e avise os professores, só assim a sociedade não cometerá o erros feito na Idade Média.