Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 15/01/2021

Durante a pandemia do Novo Coronavirús, em 2020, bilhões de pessoas tiveram que ficar em quarentena durante muitos meses, o que comprometeu todas as relações humanas. Sob tal ótica, milhões de estudantes ficaram sem poder frequentar as salas de aula, ambiente o qual, supre tanto as faculdades intelectivas, quanto as emocionais. Nesse sentido, torna-se necessário o debate sobre o acesso à educação durante uma pandemia e as consequências psicológicas de um período pandêmico.

A priori, o governo implantou o sistema de educação a distância por plataformas de ensino online, para que em tempos de pandemia, os alunos não perdessem o ano letivo. Contudo, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, uma em cada quatro pessoas no Brasil não possui acesso à internet. Isso demonstra que, pela falta de recursos financeiros da população e negligência do estado, milhões de estudantes ficam à mercê do direito ao acesso à educação.

Outro fator, são os distúrbios gerados pelo isolamento social, que comprometem a saúde mental dos estudantes e, consequentemente, seus desempenhos escolares. Uma prova disso é a Síndrome da Cabana, que consiste na ansiedade e no medo excessivo e irracional de sair de casa após longos períodos de confinamento, que segundo a psicóloga Sabrina Amaral, tem seus picos em períodos pandêmicos. Nessa lógica, muitos estudantes são prejudicados pelos impactos secundários gerados pelo isolamento social.

Desse modo, fica claro que os impactos da pandemia na educação brasileira são um problema atual e grave. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, por meio de canais televisivos, proporcionar aulas pela televisão, para que um maior número de alunos possam ter acesso e, durante os intervalos, realizar técnicas de relaxamento e informações que relaxem os alunos, a fim de garatir o bem estar estudantes. Pois somente assim, em um futuro próximo, alcançar-se-à um país com educação de qualidade.