Debate sobre os impactos da pandemia na educação brasileira

Enviada em 14/01/2021

Com a pandemia do novo coronavírus, de 2019, bilhões de pessoas se viram obrigadas a permanecer em quarentena por muitos meses. Com isso, milhões de estudantes brasileiros foram prejudicados escolarmente, tanto pela falta de suporte governamental, quanto pela não interação social. Portanto, torna-se necessário o debate sobre a falta de suporte para os estudantes e os impactos provocados pelo isolamento social.

A priori, em 2020, para a permanência das atividades escolares, o governo implantou o método de Educação a Distância por plataformas online para a população. Contudo, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, uma em cada quatro pessoas no Brasil não possui acesso à internet. Nesse sentido, fica claro que, para as populações mais carentes que não conseguem pagar por assinaturas de internet, seus direitos ao acesso à educação são negligênciados.

Outro fator é o isolamento social, que pode provocar sérias consequencias emocionais e comprometer a  saúde mental dos estudantes. Uma prova disso é a Síndrome da Cabana, que consiste na ansiedade e medo excessivo e irracional de sair de casa que, segundo a psicóloga Sabrina Amaral, tem seus picos em periodos pandêmicos. Dessa forma, fica claro que, em meio a uma pandemia, muitos distúrbios psicológicos podem aparecer, o que compromete o desempenho escolar dos alunos.

Desse modo, fica evidente que os impactos na educação brasileira de um periodo pandêmico são um problema. Nesse sentido, cabe ao Ministério da Educação, por meio canais televisivos, proporcionar aulas pela televisão, para que um maior número de pessoas tenha acesso ao ensino e, durante os intervalos, proporcionar técnicas de relaxamento e respiração e informações, para que os alunos possam preservar suas saúdes mentais, o que garante uma maior  produtividade escolar. A fim de que, em um futuro próximo, tenha-se, mesmo em um periodo de pandemia, educação para todos.