Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 31/08/2020
É claro e evidente que a situação de isolamento pela Covid-19 que o mundo enfrenta atualmente tem seus pontos negativos. dentre os vários pontos, os números de violência contra a mulher em domicílios e comunidades aumentou em aproximadamente 45%, conforme Instituto de Segurança Pública, do Rio de Janeiro bem como a ONU Mulheres. O confinamento faz com que a vítima fique próxima de seu agressor constantemente, o que torna exposta a violência física, psicológica. dentre outras violências. neste contexto podemos analisar causas, consequências e uma solução possível.
Como antes citado, os casos de violência doméstica aumentaram de forma significativa graças a quarentena oriunda da Pandemia onde vítimas que antes podiam se distanciar de seu agressor indo à delegacia de mulheres - DEAMs, agora são obrigadas a compartilhar o mesmo espaço todo dia com seu algoz, este fator claramente causa desconforto e ânsia nas mulheres. O alto consumo de bebidas alcoólicas durante o isolamento, e perda de emprego que mesmo antes da pandemia já se demonstrava problemático, em meio ao isolamento o risco de violência se tornou muito maior.
De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública junto aos órgãos de segurança de 12 estados ao redor do país, dizem que os casos de feminicídio aumentaram em 22,2% de março para abril. Em contrapartida os boletins de ocorrência sobre violência doméstica e familiar caíram por impossibilidade de comparecimento as delegacias de mulheres. O Brasil ainda não sabe lidar com estes casos, muitos casos absurdos são registrados, considerada tamanha masculinidade tóxica.
Por fim, soluções para esses problemas foram criadas como no Rio de Janeiro, para combate aos crimes contra a mulher durante a pandemia são :a linha direta com a Policia civil através do número 197 para registro imediato em casos emergenciais,o 180 número Nacional para denúncias e a Patrulha Maria da Penha - Guardiães da Vida da Polícia Militar.