Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena
Enviada em 28/06/2020
O debate para o despertar colonial
Consoante ao músico Cazuza” Eu vejo o futuro repetir o passado”, a violência doméstica não é um problema atual. Desde o período colonial essa instabilidade é uma realidade, sendo retratada na novela da record “A escrava Isaura” Onde o Fazendeiro “Leonço” em muitas cenas, obriga sua esposa garantir seus supostos direitos de marido relativo ao corpo de “Malvina”. Deste modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja por requisitos de uma sociedade machista ou por falta de uma construção educacional efetiva.
Além disso, a elaboração da constituição federal, há 30 anos, foi baseada no sonho de bem-estar social para todos os indivíduos, incluindo as mulheres. Contudo, é notório que o poder público não cumpre o seu papel como agente fornecedor de direitos mínimos, uma vez que precisam fazer protestos contra a cultura do feminicídio no Brasil.
Ademais, como cita Nelson Mandela, a educação é a maior arma do mundo Tudo o que entendemos como verdade, trata-se de uma construção social na qual estamos inseridos,sendo atribuído mais valia a determinado fenótipo, como os Russos acreditam ser superiores á outras etnias, tendo como auge o Governo de Hitler. Ou seja, a falta de empatia pelos diferentes gêneros alimenta a diferença criada socialmente, coisa tal que somente com a educação ou reeducação podemos contornar essa situação vergonhosa a sociedade Brasileira.
Em suma, A união entre a população, governo e outros órgãos; devem ser indispensável para o combate a violência domésticas das mulheres, a conscientização da população através de palestras, debates em redes sociais, tv, rádio, escolas, associações de bairro e outros. Só assim termos mais defensores conscientes dos direitos e igualdade de todos na sociedade despertando-se cada vez mais das verdades do mundo colonia.