Debate sobre o aumento dos casos de violência doméstica durante a quarentena

Enviada em 29/06/2020

Em 2020 surgiu um vírus chamado covid-19, que alterou o modo de viver de toda a humanidade, com seu alto poder de proliferação tivemos que alterar nossa rotina, tomando medidas protetivas para estabilizar seu contagio, chegou a ponto que foi decido fazer uma quarentena,ou seja, fechar o máximo de comércio e a população se manter em casa. Por consequência, o convívio dos casais aumentou, acarretando em mais discussões entre ambos, gerando violência(verbal,física e moral).

Seguindo no âmbito da violência domestica, é perceptível o aumento, segundo o Núcleo de Gênero e o Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), em um mês, houve o aumento de 30% dos casos. A violência gerada por homem pode vir da falta de uma educação familiar, escolar e religiosa. Inegavelmente é dever de todo ‘‘pai’’ tornar o filho ‘‘homem’’, afim de fazer o correto, agir honestamente, de acordo com o padrão de certo e errado vivenciado pela sociedade e aprendido com a religião.

Embora o aumento, várias medidas são tomadas para proteger estas mulheres, como registrar uma denúncia no telefone 180 é o canal do governo federal para denúncias de violência contra a mulher que funciona 24 horas, indo até uma delegacia convencional ou mesmo até a delegacia da mulher. Contudo, nesta época de pandemia, a solução mais viável é por meio da internet, que é o forma mais silenciosa. O app Magalu, tomando uma ação para registrar estas denuncias ajuda a mulher,“Finja que vai fazer compra no app Magalu. Lá tem um botão para denunciar a violência contra a mulher”, indica a personagem virtual da empresa.

Em suma, o Ministério da Educação deveria englobar aulas de ética e ensino religioso com maior profundidade, gerando uma nova geração de mais valor , e responsabilidade social. O poder legislativo do Brasil, deve penalizar ainda mais os violentadores, hoje com pena de no mínimo três meses, deveria se tornar pelo menos um ano, e também de arcar com os custos de tratamento medico e psicológico.