Debate sobre a saúde pública no Brasil
Enviada em 24/05/2020
Segundo o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, a democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria é uma concha vazia. Contudo, percebe-se que a falta de conduta e formalidade em um país como o Brasil o prejudica, uma vez que bilhões de pessoas sofrem por esses aspectos. Nesse sentido, esses processos tendem a ter resultados na falta de especialização médica, em foco principalmente os postos de saúde, junto da falta de renda que afeta tanto o povo, como a raiz do problema sendo o governo, sobretudo ampliando a taxa de mortalidade no país.
De acordo com Tiddu Krushnamurte, filósofo da antiguidade, não é sinal de saúde estar bem adaptado a uma sociedade doente. Nessa lógica, o povo está condenado a viver com os resquícios da má saúde em suas vidas pelo país, no qual não consegue adaptar melhorias em seu sistema. Visto que em grande maioria o resultado dessa escassez se volta à aglomerações em hospitais, que por conseguinte tendem a ser sobrecarregados de seu trabalho. Afetando não só sua profissionalidade mas a de muitos trabalhadores por meio de desvios de verbas levando a greves e transparecendo crises governamentais. Dessa maneira mostrando o reflexo de uma sociedade contemporânea, onde a individualidade e o lucro são o que mais se importa.
Outrossim, é válido ressaltar que medidas devem ser realçadas para a melhoria do país. Portanto a CNS - órgão dirigente e auxiliar na saúde de caráter consciente, penda a investir em instituições, arrecadando para esses postos e partes rurais nas quais são mais pobres e onde a taxa de mortalidade é alta. Assim dando a sustentabilidade lado a lado com o SUS - sistema único de saúde, responsável por plataformas gerais de hospitais e profissionais. Á vista disso, a maior responsabilidade vem a ser do governo para tratar sobre tal. Assegurando direitos básicos em conjunto do ministro da saúde, garantindo ONGs que sirvam de auxílio para a melhoria do desenvolvimento e ajuste da saúde pública no país.