Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 16/05/2021
Com o aflorar da Quarta Revolução Industrial, iniciado na final do século XX, os meios digitais foram incorporados definitivamente à sociedade, consequentemente a isto, novas formas de serviço e trabalho ascendente no sistema de capital, é o caso de diversas plataformas, que solucionaram problemas milhões de pessoas ao redor do mundo, paralelamente, a geração dos millenials crescia nesse contexto. Porém, a regulamentação excessiva de tais serviços fere o pleno do mercado e leis, além de um lobby que prega falsas narrativas sobre este tipo de serviço.
Desse modo, vale-se pontuar que desde a fundação dessas startups, a dinâmica de serviços online foi expandida, deixando gradativamente para atrás políticas comerciais cursos e obsoletas. De acordo com o economista austríaco Ludwig von Mises, tal lógica é natural, e segue a espontaneidade do mercado livre, que existe exclusivamente para os interesses e problemas solucionares do consumidor. Porém, ao se regulamentar este tipo de serviço, contraria-se tal lógica e perde-se o mutualismo que beneficia consumidores, empregados e empregadores.
Ademais, a pandemia da Covid-19 expôs ainda mais outros serviços online: os aplicativos de entrega. Tais aplicativos funcionam de modo que fornecem a seus potenciais “empregados” uma alternativa de trabalho para a típica regulamentação e burocracia da CLT, seja de forma provisória ou permanente, com a possibilidade de, por exemplo, organizar seus próprios horários.
Isto posto, é necessário que o Estado, em todas as suas instâncias, assegure a vontade e o bem comum da classe e acione barreiras jurídicas contra a regulamentação e burocratização deste tipo de serviço, além de abrir a economia para novos empreendimentos iguais a estes. Ademais, cabe aos próprios trabalhadores a criação de organizações que fujam do controle sindical e representam o interesse comum da classe e a liberdade a qual simbolizam.