Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 25/03/2021
A atual “geração Millennials” (nascidos entre 1979-1995), já compreende mais de 50% dos brasileiros economicamente ativos do país, e grande parte disso é devido às “startups”, que são empresas criadas para inovar ou melhorar um serviço já existente. Essa geração foi influenciada por diversos movimentos de sua época que “quebravam padrões”, iam contra o tradicional, como o feminismo, o movimento negro e até mesmo as manifestações contra a ditadura; e, por isso, cresceram com essa ideia de ir contra o que era considerado normal e seguro pela sociedade, para ir a favor do que tinham vontade de fazer. Mas, apesar de todos os benefícios que isso trouxe, junto também vieram os malefícios, como a colaboração para a extinção de alguns empregos e o descrédito sofrido por quem deseja iniciar sua “startup”. Portanto, convém discutir e analisar esses dois problemas.
Diante desse cenário, é possível definir como um dos principais malefícios trazidos pelas “startups” a extinção de alguns empregos, colocando em risco a segurança financeira dos trabalhadores. Um exemplo muito claro disso é o emprego de taxista, já que, com a invenção da “Uber”, se tornou praticamente inexistente o taxista em si, e aumentou de forma exponencial o número de motoristas, o que pode ter diminuído a renda de quem antes era somente motorista, com poucos concorrentes. Logo, é importante saber ponderar e equilibrar as vantagens e desvantagens que essas novas empresas nos trazem, e valorizar os empregos que estão sendo ameaçados, como forma de empatia social.
Além disso, outro problema, agora não causado pelas “startups”, mas enfrentado por seus donos e empregados, é o descrédito advindo das pessoas mais velhas ou conservadoras da sociedade. Por demandarem tempo até ganharem visibilidade no mercado e lucro, essas empresas não são sempre prontamentes apoiadas pela sociedade, mas há muitas histórias que demonstram que elas são um ramo promissor; como a história da “Amazon”, que começou na garagem de uma casa e hoje o seu fundador é um bilionário. Por isso, é necessário que haja uma conscientização a respeito disso, para que os desejosos e iniciar sua “startup” não seja desmotivado.
Destarte, compete à sociedade como um todo, realizar ações que promovam o incentivo às “startups” nacionais através de divulgações. Juntamente com isso, executar campanhas na redes sociais para que haja conscientização do que são essas empresas, acabando com o preconceito relacionado. Espera-se, com isso, que as relações de empatia social melhorem e que as empresas nacionais da geração “Millennials” possam ganhar visibilidade no mercado.