Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 08/06/2020

Uma estrela nasce, brilha e morre. O sol um dia vai extinguir sua luz, talvez leve centenas, milhares ou milhões de anos. Assim era o pensamento de Parmênides, Augusto Comte, cada um em sua época, acerca dos fatos observados sobre a natureza ou a sociedade que viveram.

Há poucas décadas era inovador e escalável o progresso de computadores ligados em rede, administrados por um investidor. Dessa forma, surgiu o “Facebook”(recomenda-se ver o filme a Rede social).

Seguindo a lógica de Augusto Comte, as start ups são nada mais que oficinas de negócio - um escritório em casa - montadas para solucionar problemas do vida cotidiana. Podem prosperar como não(estrelas). Portanto, como todo negócio estão sujeitas a riscos e dependem de investimentos e, nesse momento, surge a figura dos investidores anjos, que poderiam ser chamados de apenas patrocinadores. São pessoas como Bill Gates, George Soros ou outros milionários que tem “bala na agulha” para lavar dinheiro.

Enfim, Start ups são a sensação do momento, o modelo de negócio que está escalando e replicando, entretanto, 90% delas surgem e antes do primeiro aniversário sucumbem. Todas pelos mesmos motivos: tem produtos ineficientes e acabaram direcionando para outro negócio; seu modelo era ineficiente; a solução criada não gerava lucros; faltava dinheiro para sustentar o negócio.

Desse modo, vê-se que são como astros, nascem, duram algum tempo, morrem e ainda, envolvem uma geração engajada. Com efeito, outras futuras criações virão, outras gerações se verão às voltas com outra grande novidade. Assim, sugere-se aos pais que direcionem seus filhos para um futuro certo, absoluto em certezas, repleto de seguranças, assegurem educação às crianças, ensino regular, enfoque na estabilidade econômica, sempre, nunca nos riscos do amanhã. Dessa forma, estarão formando uma sociedade fincada em valores concretos, números racionais, verdadeiros e nunca em valores incertos, românticos.