Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 08/06/2020
Segundo o físico Albert Einstein, tornou-se chocantemente óbvio que a tecnologia excedeu a humanidade. Essa é, de fato, uma questão muito abrangente, já que a tecnologia é, basicamente, uma característica da evolução da humanidade.
Com essa cada vez mais acelerada evolução, os estudiosos garantem que a classificação de gerações, por mias que seja uma ciência inexata, auxilia no entendimento da sociedade. A geração que mais intriga os pesquisadores é a classificação Y, também conhecida como millennials, já que é marcada pelo início da tecnologia como é conhecida atualmente, principalmente pela invenção do celular.
Os millennials são conhecidos por serem adeptos á flexibilidade. Diferentemente das gerações anteriores, onde o foco foi designado todo ao trabalho, a geração Y valoriza o ócio e o lazer, atividades que foram, por muito tempo, vistas como “frescura” e atualmente consideradas saudáveis. Assim, zelam também pela praticidade, fator muito valorizado pelas startups, empresas emergentes que procuram aprimorar um modelo negócio.
Entretanto, o zelo pela tecnologia e praticidade pode ser prejudicial, uma vez que o ser humano torna-se cada vez mais vagaroso e dependente da tecnologia. Em suma, são necessárias medidas que, de certa forma, apresentem que os meios mais práticos nem sempre são os mais eficazes.
Logo, a fim da retomada da valorização pelo trabalho que era vista em gerações anteriores, as startups devem exigir um profissional que, além de prático, seja eficaz em seu trabalho mesmo sem o uso da tecnologia, sabendo comunicativo, ágil e articulado.