Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials

Enviada em 03/06/2020

No filme “Capitão Fantástico”, é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter acesso ao trabalho. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que tem ter mais acesso aos trabalhadores.

Em primeiro lugar, os millennials já representam a maioria da população brasileira e 50% da força de trabalho, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Itaú BBA. Até 2030, o número de assalariados que são parte dessa geração deve chegar a 70%. Muito se diz por aí sobre como os millennials gostam de tecnologia, usam as redes sociais em peso, preferem trabalhos mais flexíveis e não hesitam em mudar de emprego caso estejam insatisfeitos. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.”

Em segundo lugar, a Constituição Federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, para além da inovação e criação de novos modelos de negócios, as startups estão se destacando como os locais mais desejados para se trabalhar. Pesquisas recentes mostram que a maioria dos jovens talentos não tem interesse em atuar em empresas tradicionais, principalmente por conta da cultura corporativa. Contudo, a geração Y, ou geração do milênio, prefere liberdade e flexibilidade. Além disso, os jovens buscam ambientes menos hierárquicos e burocráticos.

Portanto, o jovens da atualidades querem ter um emprego, com maior liberdade e flexibilidade. Logo, é necessário que o Poder Legislativo, por meio de uma lei a fim que cidadãos que oferece um emprego de menor liberdade dê mais recompensa aos jovens trabalhadores. Desse modo, a problemática do debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials poderá ser absoluta na sociedade brasileira.