Debate sobre a relação das startups e a geração de Millennials
Enviada em 03/06/2020
É inegável que em consonância com o escritor irlandês Oscar Wilde, “a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação”. Tal assertiva pode ser correlacionada à inovação de serviços no mercado por intermédio da tecnologia, sendo, portanto, denominado de “startups”. Isso está interligado à geração “millennials”, uma vez que se refere,por exemplo, à adesão de um trabalho efetuado por meio da internet com horário flexível. Entretanto, é perceptível que intempéries precisam ser solucionada, como a insuficiência de recursos financeiros e a atenuação do acesso à internet.
A priori, cabe ressaltar que, segundo o sociólogo Karl Max, “de nada vale as ideias sem homens que possam pô-las em prática”. Tal pensamento associa-se à insuficiência de recursos financeiros, por meio de investimentos estatais, para garantir o desenvolvimento do modelo no mercado. Isso proporciona o desestímulo do fundador, visto que apesar do custo ser baixo para o desenvolvimento do “startups”, muitos empreendedores não possuem capital inicial, suficiente, para investir no serviço.
Outrossim, de acordo com o filósofo Aristóteles, “ a política serve para garantir a felicidade dos cidadãos”. No entanto, vê-se que essa premissa não é efetivada na prática, haja vista que nem todos os indivíduos possuem ingresso à internet. Isso dificulta a inovação tecnológica pelos organizadores e consumidores, visto que a maior parte dos aplicativos originados precisam ser conectados à rede, como o uber e a “yellow”, que são programas que facilitam a mobilidade urbana.
Dessarte, é fulcral que propostas sejam estabelecidas para minimizar esse descaso. Desse modo, é crucial que o Governo proporcione capital inicial aos empreendedores inciantes, como o fito de garantir o processo de “startups”.Além disso, o Ministério da Tecnologia, deve proporcionar à população o amplo acesso à internet,gratuitamente, reduzindo, por conseguinte, a desigualdade social.