Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil
Enviada em 11/01/2021
De acordo com o pensador Confúcio, a essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuido. Nesse sentido, o ensino à distância é uma forma moderna e inovadora de adquirir tal conhecimento, mas que a sociedade não permite aplicar. Dessa forma, o preconceito didante de tal modalidae de ensino é um problema para o desenvolvimento econômico brasileiro.
Em primeiro lugar, o ensino à distância deveria ser acessível a todos. De fato, desde sua implementação em 1996, o EAD só é disponibilizado por faculdades privadas, demandando que o estudante possua poder aquisitivo para tal. Nessa lógica, o ensino à distância, que oferece autonomia ao universitário e permite o avanço dos estudos a partir de um viés inovador, é um privilégio das classes mais abastadas. Assim, uma parcela significativa da sociedade é privada ds possibilidade de um ter um ensino dinâmico e de acordo com as tecnologias do século XXI.
Consequentemente, o desenvolvimento do país é comprometido . No chamado “Milagre Econômico”, época de intenso desenvolvimento e inovação no Brasil, pesquisas antêm-se no mercado de trabalho e na dinâmica urbana apenas aqueles que correspondem às expectativas da sociedade. Segundo a socióloga Hannah Arendt, as sociedades sofrem com a falta de um tesouro por que sua natureza não é reconhecida. Dessa maneira, o ensino à distância é o tesouro nacional que, quando visto como tal, permitirá o desenvolvimento do país e uma mudança de paradigma.
Portanto, é mister que o Estado interfira no cenário atual. A fim de quebrar o preconceito existente e dar suporte ao desenvolvimento do país, cabe ao Ministério da Educação incentivar, por meio de campanhas de conscientização a respeito da qualidade do ensino à distância, empresas a inserir em suas equipes tais profissionais. Ademais, cabe a este mesmo Minsitério, disponibilizar o ensino à distância nas faculdades públicas,