Debate sobre a qualidade do ensino superior a distância no Brasil

Enviada em 08/01/2021

Em 2019, o programa “Fantástico” exibiu uma reportagem sobre o uso da tecnologia em quase 100% do cotidiano dos estudantes japoneses. Em contrapartida ao que foi exposto pelo programa, os basileiros ainda encontram dificuldades em utlizar plataformas digitais voltadas para a educação a distância no país, e isso se deve tanto pelo acesso precário á internet no Brasil, quanto pelo analfabetismo digital presnte na sociedade. Diante dessa pesperctiva cabe a discussão sobre essa  problemática.

Em primeiro lugar, apesar do ensino a distância ser uma solução para regiões onde as universidades físicas não são uma realidade, infelizmente essa modalidade de ensino ainda encontra a barreira do acesso a internet precário ou até inexistente. Diante dessa dificuldade, é comum em cidades interioranas, os jovens apenas concluírem o ensino médio, o que acarreta para o país um défict na formação de profissionais com ensino superior. Sendo assim, além do impacto negativo causado ao indivíduo pela falta de conecimento, esse problema atinge a economia do Estado.

Em seundo lugar, o analfabetismo digital, ou seja, a falta de habilidades do indivíduo no uso de tecnologias, também dificulta a realização de atividades de caráter EAD. Segundo o escritor e ativista político Nelson Mandela, a educação é a única arma capaz de mudar o mundo. Porém, seguindo essa premissa, em um mundo cada vez mais digital, a falta de conhecimento de tecnologias voltadas para esse meio, faz com que a população encontre-se desarmada para lutar pelas mudanças necessárias.

Diante do exposto, cabe ao MEC (Ministério da Educação) em conjunto com o Ministério de Ciências e Tecnologia, a implantação no projeto pedagógico do país, de atividades voltadas para a inclusão digital através de aulas de informática desde a educação infantil até o ensino médio, além de convênios com empresas de internet para facilitar o acesso da população á internet de qualidade. Isso traria nossa  população á luz do conhecimento, digital e nossos estudantes poderiam lutar com as mesmas “armas” dos estudantes japoneses.