Debate sobre a implementação da telemedicina no Brasil
Enviada em 20/02/2021
A pandemia do coronavirus que ocorreu no mundo desde o final do ano de 2019 e tem durante até o momento atual acarretou muitas mudanças sobretudo no cenário brasileiro, a aréa da saúde evidentemente foi a mais afetada e rapidamente novas soluções foram necessárias ser implantadas para diminuir o que a Organização Mundial de saúde considera como umas das crises da saúde mais sérias da história. No século XXI nasce a telemedicina como um recurso implementado para possibilitar atendimento medico a população brasileira que não pode ir até os consultórios e hospitais no momento atual devido ao risco da contaminação porém, se levarmos em consideração as pessoas com dificuldade de mobilização, acamadas ou com acesso restrito a um local de saúde pública se justicaficaria obter este meio de atendimento. Outro fator é o baixo custo do deslocamento do paciente até o ambiente médico e de ter um profissional em um estabelecimento, uma vez que o orçamento dos cofres públicos destinados a aréa da saúde são cada vez mais escassos. A grande dificuldade neste caso está no acesso a internet uma vez que na população brasileira 79% tem acesso a internet segundo o IBGE ou seja isto vai depender do genêro, raça e regiões. Se a telemedicina depende de computador/celular e acesso a internet e não tem para todos torná-se invável pois segundo o artigo 5º Todos são iguais perante a lei, se for oferecido um sistema de saúde a uma parte da população precisa ser pensado alternativa as outras partes também. Por meio de ações realizadas pelo Ministério da Saúde em parceria com o ministério da educação é possível promover ações nas escolas utlizando os laboratórios de informática, para ser realizado as consultas de telemedicina fora dos momentos de aulas para os que não possuem dificuldade de mobilidade isto reduziria a fila em postos de saúde e hospitais, outra situação seria os agentes de saúde irem ate as residencias com equipamentos eletronicos até as residencias para facilitar o acesso para os que não possuem, além de campanha de conscientização pelos meios de comunicação.