Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 24/08/2020
No filme “Capitão Fantástico” é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter acesso à internet. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que tem ter mais acesso a internet de graça para trabalhar.
É notório que, o movimento hoje conhecido como “cultura do cancelamento” começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental. Seria uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.”
Entretanto, a Constituição Federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, Muitos daqueles que foram alvo de cancelamentos, ou que se solidarizam com pessoas que tenham sido criticadas dessa forma, se queixam de uma perseguição inquisitorial que cercearia o discurso e as ações de comediantes, artistas, políticos e youtubers. Contudo, fenômeno nas redes sociais, ato de boicotar figuras públicas que agem de forma considerada ofensiva é muitas vezes menos efetivo do que gostariam seus adeptos e do que alardeiam seus críticos
Portanto, temos que tomar cuidado com os cancelamento na internet. Logo, é necessário que o Poder Legislativo, por meio de uma lei a fim que cidadãos foi por meio dela que grupos minoritários conseguiram expor violações a direitos humanos e fazer sérias denúncias. Desse modo, a problemática debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea poderá ser absoluta na sociedade brasileira.