Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 16/06/2020

Perante o atual cenário da educação, é possível ver que as oportunidades para ricos e pobres são tremendamente diferentes. E enquanto a classe alta possuem condições para frequentar as escolas particulares a classe baixa, que não possuem meios para frequentar as mesmas escolas que a classe alta, tem que se contentar com o ensino precário e de baixo nível da escolas públicas.

Muitos estudantes, de baixa renda, tem que conciliar os seus estudos e o seu trabalho, pois eles precisam trabalhar para ajudar nas despesas não só de suas casas mas de seus estudos também e por conta disso muitos deles acabam não conseguindo dar conta de tantas responsabilidades e acabam sendo prejudicados. E diante desses problemas, se mostrou necessário uma maneira de nivelar essa diferença absurda entra as classes foi criada a chamada “Lei De Cotas”, que obriga tanto as universidades quanto os institutos federais a reservarem pelo menos metade de suas vagas para estudantes de escolas pública, de famílias de baixa renda e estudantes negros, pardos ou indígenas.

Entretanto, mesmo com a classe alta tendo condições melhores e mais oportunidades do que a classe baixa por conta de questões de descriminação, como o racismo principalmente, existem pessoas dessa mesma classe que fingem ser negras ou indígenas apenas para ganharem as cotas e assim diminuindo a concorrência contra outros da mesma classe.

Logo, para evitar que ocorram as fraudes nos registros dos estudantes, ou seja, impedir que as pessoas finjam ser de raças e classe as quais não pertencem as instituições convocam os alunos pessoalmente e requisitam documentos que provem sua raça e status social para que possam verificar se são quem dizem ser realmente, mas infelizmente mesmo assim isso acaba não sendo o suficiente e consequentemente alguns estudantes ainda conseguem burlar esse sistema.