Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 01/10/2019
As cotas possuem dois lados
As cotas, são um modelo de ações afirmativas que tem como objetivo a redução das desigualdades socioeconômicas e educacionais entre os membros de uma sociedade. A mesma, teve sua origem em meados da década de 60.
Existem dois tipos de cotas, as cotas raciais (negros, pardos e indígenas) que foram criadas devido à escravidão, como uma dívida histórica e não como a incorporação de negros, pardos e indígenas ao processo de cidadania. A outra cota, é a cota social, que existe em escolas públicas, pessoas que possuem baixa renda familiar ou, com algum tipo de deficiência.
Contudo, existem diversos atos falhos nas cotas. Tem o uso indevido da opção parda (não existe um controle rígido), queda da qualidade de ensino nas escolas públicas e, é contra a meritocracia, já que favorecem o racismo (colocam os negros como um grupo “separado” dos demais).
Logo, para melhorar o empenho das cotas, é necessário investir na rigidez do sistema, para que pessoas não se aproveitem ao selecionar a opção negra ou parda e, se selecionarem de maneira indevida, que tenha alguma punição. Melhorar o ensino e com isso, diminuir os índices das cotas sociais (o governo pode usar as cotas como pretexto e desculpa e, consequentemente não dar preferência ao ensino das redes públicas). E, mesmo com as cotas raciais, fazer com que o grupo seja incluído nos demais.