Consequências da ocupação urbana desordenada

Enviada em 01/06/2021

A ocupação urbana desordenada começou no contexto de intensificação do processo de industrialização, pós Segunda Guerra Mundial, que atraiu uma grande parcela da sociedade rural para as grandes cidades, em busca de melhores condições e oportunidades. Nesse viés, a ausência de um planejamento urbano provoca diversas consequências ambientais, sociais e estruturais, que necessitam ser erradicadas.

Uma grande consequência desse processo de ocupação urbana desordenado é a formação de favelas, por pessoas que foram aos grandes centros urbanos em busca de melhores condições de vida mas acabaram desempregadas, fixando-se onde os terrenos possuem baixa valorização, mas com condições precárias como a falta de saneamento básico ainda presente em periferias brasileiras, aumentando assim  a grande desigualdade dos centros urbanos.

Essa ocupação desordenada leva à falta de infra-estrutura nas cidades, pois há uma falta de planejamento urbano, deixando muitas pessoas sem atendimentos básicos ou com situações extremamente precárias, falta de serviços públicos, de saneamento básico e grandes taixas de desemprego. Os indíces de pobreza acabam aumentando, pois a parcela da população mais prejudicada é a periférica e que cada vez mais possuem menos oportunidades.

Cabe ao Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio do Programa Nacional de Capacitação das Cidades melhorar o planejamento urbano, fornecendo melhorias nos serviços públicos, como manutenção de hospitais, escolas e saneamento básico onde ainda não há e programas sociais que auxilie as famílias que necessitam, assim, diminuindo um pouco os malefícios da ocupação urbana desordenada.