Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 01/06/2021
A urbanização é um fenômeno global, que avança rapidamente em diferentes regiões do mundo. A partir da década de 1960 o processo de urbanização começou a se acentuar no Brasil devido ao aumento do número de indústrias. Nesse viés, ocorreu um crescimento exponencial de pessoas que moram nas cidades. Porém, em todos esses casos de superlotação, as cidades sofrem efeitos negativos devido às irregularidades sociais e ambientais.
Primeiramente, vale ressaltar que um dos principais problemas trazidos pela urbanização desordenada está relacionado à habitação, onde muitas pessoas que não têm escolha, constroem barracos na encosta, tornando a cidade uma favela. Por outro lado, o medo da violência produziu “cidades valorizadas”, o que mais uma vez confirma o isolamento dos espaços sociais nas grandes cidades.
Ademais, a concentração de poluentes aumentou devido à combustão do combustível veicular, e houve um problema atmosférico. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as doenças cardíacas e respiratórias estão relacionadas à presença de partículas poluentes nos pulmões e no sangue dos residentes. Além disso, de acordo com o censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia 26.245 domicílios brasileiros lidando com lixo em rios, lagos ou oceanos e 400.862 domicílios descartando lixo em espaços abertos ou ruas.
Portanto, é necessário que os prefeitos, como gestores das cidades, formulem planos diretores mais inteligentes e coloquem em prática as metas básicas. Ainda por cima, os cidadãos não podem construir imóveis em áreas perigosas, nem podem descartar o lixo em locais inadequados. Aos cidadãos que possuem automóveis e utilizam esses veículos com menor frequência devem utilizar o transporte público, deste modo poluindo menos o meio ambiente.