Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 31/08/2019
Desde o fim da Guerra Fria, jamais se cogitaria ouvir de novo a expressão “Bomba Atômica”, porém, em 2017, o mundo presenciou a maior tensão entre dois países de regimes econômicos opostos, desde os anos 60, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, começaram a trocar pequenas ameaças, através de entrevistas para jornais do mundo todo, e como as duas nações possuem um vasto arsenal bélico, o medo se espalhou por todo o mundo, devido a ameaça de uma Guerra Nuclear.
A primeira vez em que o mundo congelou diante desta possibilidade, foi após o ataque norte-americano às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, em resposta ao ataque suicida de aviões japoneses à base militar de Pearl Harbor no Havaí, pois até então, ninguém jamais havia visto uma arma com um poder de fogo tão grande, à ponto de destruir uma cidade inteira, e através da radioatividade, gerar aberrações, pois o contato com partículas radioativas causa mutações no DNA tanto de humanos como de animais, que criam deformações por todo o corpo.
Após isso, com a maioria dos países destruídos, só sobravam EUA e Rússia, conhecida na época como União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou URSS, e essas duas nações competiam diante de todo o globo, para mostrar qual era a ideologia econômica suprema, Capitalismo ou o Socialismo, e essa competição, deixava a população mundial cada vez mais temerosa, pois o ódio velado entre Estados Unidos e URSS, tornava cada vez mais palpável a sensação de uma terceira guerra mundial, só que dessa vez, essa guerra poderia destruir o mundo inteiro, pois ambos possuíam armamento nuclear.
Porém, isso não ocorre, e está muito longe de acontecer, pois conforme aumenta a tecnologia e o poder de fogo dos países, menor é a chance de eles serem utilizados, pois o medo de o inimigo retaliar é grande demais para arriscar acabar com a vida na Terra através de uma Guerra Nuclear.