Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 03/10/2022
A prática de justiça com as próprias mãos, incita muitas vezes atos que nem sempre é considerado pela sociedade. Assim como a Constituição Federal de 1988, devemos construir uma sociedade livre, justa e solidária, mas nem sempre é assim, pois onde há mídia, há justiça. Entretanto, surge problemas que acaba acarretando a lei, como a violência e a liberdade de expressão.
A violência é considerada crime, em principal a mídia, em que reproduz relações socias e, a partir do entendimento que as pessoas se comunicam, a desigualdade de gênero se perpetua. Assim como no filme do Batman, a figura de um herói que pretende lutar contra o crime acaba indo ao julgamento de direito, em que desobedecem as leis ou as decisões judiciais.
A liberdade de expressão é uma discórdia, principalmente no Brasil em que o crime está ligado também a informação jornalística. O Brasil precisa sim de mais política social, distribuição de renda, acesso a educação, igualdade e direitos, coisa que anteriormente não havia. A Constituição Norte-Americana define a discórdia da liberdade de expressão como liberdade de opinião, liberdade de receber e de transmitir informações ou ideias e defende o nazismo.
Portanto, fica evidente que o Ministério público junto com a justiça, resolva o problema a fim de botar a violência ao fim e, para isso deve criar, em seus espaços, mais produtos educativos, destacar as iniciativas de promoção de desenvolvimento e de cidadania, considerando ações governamentais da iniciativa privada e de organismos sociais. É necessário que punem qualquer crime que pode ser proclamado e pelos meios de comunicação.