Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos
Enviada em 22/08/2022
A Segunda Guerra Mundial foi o início de uma era tecnológica, mas também houve o desenvolvimento da manipulação por meio das propagandas. Analisando o contexto atual, o uso de propagandas e redes sociais ganharam maior notoriedade com o tempo se tornando meios de informações, em contrapartida são ambientes que podem gerar conflitos sociais e éticos, causados pelo sensacionalismo presente. Sendo assim, é necessário refletir sobre os prejuízos que a manipulação nas redes pode causar aos indivíduos, gerando violência e ódio fora e dentro do meio virtual.
A princípio é importante evidenciar que ofender alguém por meio das redes sociais e fazer difamações se tornou algo fácil, por ser muito acessível e na maioria dos casos isento de punições. Todavia, essas críticas e ataques acarretam problemas ao indivíduo que os recebe. Um exemplo desses casos é o da cantora Luísa Sonza que após a morte do filho de seu ex-marido, Whindersson Nunes, sofreu ataques por conta de notícias falsas sobre desejar a morte da criança, o que fez com que ela tivesse sérios problemas emocionais. Com isso, é notório os prejuízos que a mídia sensacionalista pode trazer.
Outrossim, o Cyberbullying vem sendo muito presente no meio virtual, o que incita a violência ao disseminar o ódio e o julgamento ao próximo. O “hater” é uma pessoa que ataca alguém com discursos de ódio na internet, a fim de atingir determinado indivíduo. Assim como a prática do Bullying é algo muito recorrente em que as pessoas condenam alguém de acordo com seu senso de certo e errado, por conta disso, as vítimas dessas perseguições correm risco de vida. De acordo com o site “Veja Abril”, após serem agredidos por conta do bullying 1 em cada 5 crianças pensam em suicídio. Destarte, nota-se o quão alarmante é a situação.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em conjunto com os meios digitais, deve propor a criação de leis mais rigorosas em casos de incitações de ódio e violência nas mídias e projetos que impossibilitam a criação de perfis falsos nas redes, que são comumente utilizados para esse tipo de ações, essas medidas serão efetivadas por meio de um projeto de lei entrega à Câmara dos Deputados.