Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 17/01/2021

De acordo com o sociólogo francês, Émile Durkheim, a sociedade é parecida com um organismo em equilíbrio. Todavia, pode haver rompimento na harmonia do corpo social. Analogamente, vive-se um período de incitação midiática à violência e à justiça egoísta, feita com as próprias mãos. Assim, tem-se a criação e a disseminação de um ciclo de ódio coletivo, degradando toda a sociedade, o que é fatal.

Em primeiro plano, vale ressaltar a mídia como um dos potencializadores do ciclo de ódio coletivo. Outrossim, progamas de tv sensasionalistas também causam tal reação em cadeia. Dessa forma, quando tal ciclo se estende, motiva-se o crime e a justiça egoísta tida como forma de bem social, a qual não é. Ademais, ao passo que a violência invade os lares, os cidadãos desviam-se das leis sem ao menos perceberem. Assim, incita-se um ciclo odioso dantesto, o qual rompe a postura das leis vigentes num país e a seguridade social.

Consequentemente, prejudica-se a seguridade dos indivíduos de uma sociedade em função do alastrar da já referida fúria ou ódio coletivo. Conforme o físico alemão, Albert Eistein a paz e a justiça são alcançadas pela concórdia e não pela violência. tendo isso em mente, é imprudente prosseguir com o violento incentivo midiático, uma vez que a mídia atinge muito rapidamente diversos tipos de indivíduos numa comunidade. Na mesma lógica, infere-se que todos estão passíveis à influência da incitação à violência, ou agindo ou recebendo esta mesma violência, mesmo não sendo responsáveis por tal incitação, o que é injusto.

Portanto, é vital reduzir tal problemática à inexistência. Logo, assiste ao ministério Público, junto ao Ministério da Educação, por meio de leis, assegurar a ponderação da mídia e dos jornais sensacionalistas da tv que incitam raiva à população. Além disso, garantir palestras escolares que incentivem as crianças a criticarem e já repudiarem a violência desde cedo. Assim sendo, possivelmente haverá sociedades mais harmônicas, tal como um organismo, seguindo a lógica pronunciada por Émile Durkheim.