Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 31/08/2021

É notório que combater o assédio moral no trabalho é uma tarefa  desafiadora, especialmente porque as vítimas, ao estarem afetada a emocionalmente com o abuso, não denunciam. Nesse viés, há configuração de um grave problema, em virtude do silenciamento e da insuficiencia legislativa.

A princípio, é válido destacar o silenciamento dos funcionários como um complexo dificultador, visto que, devido, ausência de comunicação por medo do assédio moral, podem desenvolver transtornos mentais. Com sso, o sociólogo Habermas traz uma contribuição relevante ao defender, que a linguagem verdadeira forma de ação. Porém, percebe-se uma lacuna, no que se refere ao combate ao assédio moral no trabalho, que é muito  silenciado pelas vitimas, pois o abusador promove um ambiente hostil de  trabalho, por meio de exigência inadequadas e excessivas e, assim, muitos funcionários desenvolvem inumeros traumas. Desse modo, trazer à pauta esse tema e debatê-lo amplamente aumentaria a chance de atuação nele.   Ademais, é fundamental apontar a ineficácia legislativa. Nessa perspectiva, o filósofo John Locke defende que “as leis fizeram-se para os  homens e não para as leis”. Ou seja, ao ser criada uma lei para combater o  assédio moral no trabalho, é necessário e haja políticas públicas e investimento massivo. Mas, sem que regulamentação seja projetada para as pessoas, o impasse persiste.

Portanto, como solução, é oportuno que o Ministério do Trabalho, em parceria com as prefeituras, desenvolva e palestras em escolas e empresas a serem webconferenciada nas redes socials desses órgãos por meio de entrevistas com as vítimas do abusbo moral e psicólogos, a fim de trazer  mais lucidez sobre o assédio moral no mercado de trabalho e leis mais eficientes para diminuir o problema.