Combate ao assédio moral no trabalho

Enviada em 08/07/2021

No filme “Cruella” da Disney, a personagem Baronesa, ícone da moda e empresária, atormenta seus funcionários e os sobrecarregam com vários deveres. No entanto, a ficção não é muito diferente da realidade, uma vez que, diversas pessoas sofrem assédio moral durante o período de trabalho. Dessa forma, é evidente que a problemática se desenvolve não só devido à falta de medidas do Governo mas também a ausência de empatia das empresas.

Em primeiro lugar, cabe analisar a falta de medidas governamentais para combater o assédio moral no ambiente de trabalho. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, o Estado deve assegurar os direitos dos indivíduos, eliminar as condições de desigualdade e, assim, promover a coesão social, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades, vários trabalhadores passam por situações absurdas como trabalhar exageradamente e ficar sobrecarregados. Diante disso, faz-se necessária a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Além disso, a ausência de empatia das empresas também pode ser apontada como promotora do problema. Muitas companhias tratam seus empregados como fossem robôs e impõem metas pesadas sobre eles. Consequentemente, esses trabalhadores podem ter a saúde mental afetada e desenvolver doenças como ansiedade, síndrome de Burnout, entre outros.

Portanto, conclui-se que medidas severas devem ser tomadas para evitar que o problema cresça. É necessário que o Ministério do Trabalho faça vigilâncias nos ambientes profissionais por meio de fiscalizações e avaliações dos funcionários no ambiente de trabalho com intuito de diminuir o assédio moral, visando uma realidade diferente observada no filme “Cruella”.