Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/11/2020
Indivíduos cibercondríacos podem sofrer de mais crises de estresse o que pode, evidentemente, piorar seu estado geral de saúde.
É possível que as informações médicas disponíveis na precisão da internet, no futuro, de algum tipo de regulação, na tentativa de proteger estas pessoas em seu processo de autodiagnóstico
Não que não seja legítimo e válido buscarmos informações, entretanto, para um grupo, isso pode se tornar um verdadeiro pesadelo. Para aqueles que são mais ansiosos por natureza o acesso a essas informações pode acarretar ainda mais adversidades .
Ademais, observa-se que no Brasil, muitas pessoas deixam de fazer uma consulta médica, para se consultar em sites da internet. Desse modo, as pessoas se colocam em elevados riscos de saúde, pois ao não terem um diagnóstico médico adequado, e ao se confiarem em textos da internet, se envolvem em grandes problemas, como a automedicação. Prova disso, são os dados do ICTQ que apontam que mais de 79% dos brasileiros com mais de 16 anos optam pela automedicação, mostrando a importância da conscientização da sociedade para se fazer consultas médicas adquiridas.
A OMS , deveria investir em tecnologias, desenvolver uma plataforma para que os médicos consigam atender uma maior demanda de pacientes via internet, facilitando o acesso de todos a saúde e, quando houver situações mais graves, o próprio médico pode encaminhar o paciente ao hospital para receber o seu atendimento e realizar exames. Ademais, caso a Organização Mundial da Saúde poderia ter mais atendimentos pela internet, como resultado, o SUS conseguiria fornecer um melhor atendimento, visto que as situações mais simples seriam resolvidas e somente atenderiam pessoas em situações mais graves, fornecer um serviço de qualidade e democrático.