Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/11/2020
Douglas Adams afirma que " Nós estamos presos à tecnologia quando o que nós mais queremos é algo apenas que funcione", nos dias atuais o que mais se vê são pessoas grudadas nos computadores, aparelhos celulares e isso faz com que fiquem cada vez mais viciadas. No entanto, a cibercondria, como é chamada a doença da era digital, vem deixando as pessoas com problemas de saúde, físicos e mentais, problemas sociais e pessoais, fazendo com que as pessoas se tornem antissociais e com problemas psicológicos. É necessário que a sociedade encare isso de uma forma preocupante e que não é normal uma pessoa passar horas grudada no celular, sem praticar outra coisa.
Primeiramente, cabe mencionar que vivemos em uma era digital, aonde quase tudo é formado e gerado pela tecnologia. O mercado de trabalho adere e muito a tecnologia em seus projetos e na sua empresa também, com isso, o profissional deve promover maior conhecimento sobre a área tecnológica, para mostrar um resultado bom e gerar novas oportunidades e também para garantir o seu emprego. Na maioria das vezes, esse vício pode começar com o trabalho, já que usa essa ferramenta por mais de 10 horas no dia, ficar com o rosto ali todos os dias e por muitas horas forma um vício na mente da pessoa, fazendo com que ela queira se manter ali cada vez por mais horas no seu dia a dia.
Em um segundo plano, é muito importante relatar as doenças psicológicas que por conta do grande uso de internet e redes sociais se desenvolvem na mente do ser humano. Com mais tempo de uso nas redes sociais, a pessoa vai ficando cada vez mais isolada do mundo real e passa a se sentir mais infiltrada no mundo virtual, assim, a família e os amigos, a vida social fora de um aparelho tecnológico vai ficando para traz, e o isolamento toma conta, trazendo as doenças para o psicológico. Por isso, é muito importante que quando isso acontece com criança ou adolescente, os pais orientem sobre a situação, para não acabar se tornando uma depressão, ansiedade, distúrbios.
À luz desses fatores apresentados no debate, medidas preventivas devem ser tomadas para combater que a cibercondria continue se espalhando na cabeça da sociedade. Portando, o Ministério da Educação deve promover palestras nas escolas e faculdades fazendo com que mostre aos jovens e adolescentes como a tecnologia pode ser uma grande aliada, mas também uma vilã para as nossas vidas. As redes sociais deveriam propor um tempo de uso considerado bom e necessário para o uso, e as pessoas poderiam escolher também. Para que assim, possamos viver em uma sociedade onde a tecnologia seja usada de uma maneira positiva em nossas vidas.