Cibercondria: a doença da era digital
Enviada em 30/11/2020
Com a era digital no seu ápice as pessoas não só do Brasil mas as do mundo tem acesso a qualquer informação na palma de sua mão, agregando inúmeros benefícios e problemas para a população, por exemplo a cibercondria levando as pessoas a acreditar que estão doentes e muitas vezes realizando a automedicação.
Uma pesquisa feita pelo portal minha vida em que houve 4 mil participantes envolvidos, 80% dos entrevistados buscam informações antes e até depois de uma consulta médica. É inegável que o “Dr. Google” é o mais popular entre os indivíduos, a título de exemplo, verificar os exames por conta própria e concluir que está tudo normal ou até mesmo seguir tratamento alternativo, como uso de receitas caseiras acarretando em uma piora no caso.
Destaca-se consultas virtuais como impulsionador do atendimento médico virtual. Isso porque as pessoas buscam informações fáceis pela internet e optam por um diagnóstico em sites e redes sociais, isso foi comprovado segundo o Site G1 no PSICOBLOG, que argumenta sobre o fato dos “Cibercondriacos” terem a compulsão em pesquisar medicamentos para eles. Logo, não é viável que esse problema persista, uma vez que essa questão possa interfere no desenvolvimento socioeconômico.
Dessa forma, é imperativo que o Ministério da Saúde, que tem como função de oferecer a promoção, proteção e recuperação da saúde da população, promova em locais públicos como praças, auditórios e ambientes escolares, debates sobre os perigos da cibercondria com a ajuda de especialistas, principalmente de psicólogos e agentes de saúde que auxiliam na mudança comportamental do indivíduo, a fim de atenuar questões como a consulta virtual e, assim, construir uma sociedade que busca o atendimento médico em prol do se bem-estar.