Cibercondria: a doença da era digital

Enviada em 22/09/2020

As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm mostrado que o Brasil vem enfrentando diversos problemas relacionado à cibercondria. Os principais fatores que contribuem para essa problemática são a falta de instrução da população sobre o diagnóstico pela internet e a propiciação da cultura imediatista. Portanto, mediadas são necessária para combater o problema.

Primeiramente, é importante destacar que, a falta de orientação sobre as novas tecnologias as famílias não sabem sobre os prejuízos quando essas são utilizadas de forma errônea para cuidar da saúde. De acordo com o Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) que a taxa de 79% da população que pratica a automedicação. Nesse contexto, deve ser posto em pratica um maior controle sobre o acesso às pesquisas na internet.

Em segundo plano, é valido reconhecer a busca da automedicação é comum em pessoas que não querem ir ao medico, pois a internet é um meio mais fácil e rápido, podendo se tornar um vicio. Nesse contexto,  segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), 47% se automedica pelo menos uma vez por mês, e um quarto 25% o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana. Dessa forma, acarreta diversos problemas como o diagnóstico errado do que a pessoa pode ter.

Infere-se, portanto, que a cibercondria é um entrave que precisa ser mitigado. Desse modo, é imperiosa uma ação do governo, que deve, por meio de leis, para fiscalizar e criar uma plataforma única do Ministérios da Saúde a fim de sanar as dúvidas e instruir a população a cerca dos procedimentos corretos. Desse modo, a esse problema será combatido com sucesso.